sábado, 6 de agosto de 2022

 VAI INSTALAR SISTEMA FOTOVOLTAICO?

CUIDADO com a ESCOLHA DOS EQUIPAMENTOS E DA EMPRESA QUE VAI INSTALAR.

Tem diversas marcas e equipamentos CAROS.  A escolha é difícil, mas se escolher a empresa certa, vai reduzir essa chance de ADQUIRIR equipamentos de segunda linha.

O que é a empresa certa?

É a empresa que tem curriculum, experiência e tempo no mercado. Ter instalações realizadas, equipe técnica de engenharia, equipe de suporte ao cliente e trabalhar com diversos produtos com a preocupação de atender seus clientes com qualidade e custo baixo.

Por isso, quando fizer orçamentos, não vejam só o preço, mas a empresa que está fornecendo a proposta.

Tem muitas empresas que hoje estão nesse mercado NOVO e promissor, VENDENDO equipamentos para durar décadas com garantia de produção, mas nos próximos anos muitas delas desaparecerão e quem vai te dar suporte? 

POR ISSO CUIDADO AO INVESTIR SEU DINHEIRO, PROCURE EMPRESAS QUE TEM EXPERIÊNCIA E ESTRUTURA.


Monpris Solar, representante e integrador solar, 


solarmonpris@gmail.com

 





segunda-feira, 15 de março de 2021

Sistema On Grid e Off Grid podem operar juntos, não precisam mais de sistemas isolados.

No Sistema Solar Fotovoltaico, se faltar energia da concessionária, o sistema solar também para de funcionar?
NÃO, agora temos a solução.
O sistema solar fotovoltáico pode funcionar como "NO BREAK" na sua residência, no comércio, na Indústria e na área rural. Veja o video abaixo do link.
A Solaritima tem para fornecer.
Fale comigo: s.bayer@solaritima.com.br

terça-feira, 24 de abril de 2018

SISTEMA FOTOVOLTAICO - ENERGIA ELÉTRICA SOLAR

Hoje tivemos acesso as informações do setor fotovoltaico e compartilho com todos, para também aumentar seus conhecimentos do setor que mais cresce no mercado.


Com esse crescimento do setor solar de energia elétrica, podemos ver que esta se consolidando a geração própria de energia elétrica solar.

O setor residencial tem crescido bastante, mais do que o comercial, que saiu na frente na visualização de um meio de reduzir seus gastos com energia elétrica.



O custo do sistema fotovoltaico está entrando em equilíbrio, caiu seu preço ao cliente final, mas essa tendência não será tão grande daqui para frente, visto que o preço do Dólar está subindo e a maior parte do sistema é importada. Essa redução no preço final foi ajustada no custo de instalação e documentação, reduzindo assim a margem de lucro das empresas instaladoras, que não vão poder reduzir mais e consequentemente, os preços devem se elevar por conta do câmbio.



INVISTA EM SISTEMA FOTOVOLTÁICO DE ENERGIA ELÉTRICA, para sua casa, comércio ou indústria, enquanto o preço está competitivo. Aproveite os meios de financiamentos existentes (Santander, BNDES, Banco do Nordeste, ...).

Dúvidas, fale comigo.
Sergio Bayer – 11-99379-2717 (whatsappp) e-mail Bayer.sergio@gmail.com ou  solarmonpris@gmail.com


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

SISTEMA FOTOVOLTAICO

SISTEMA FOTOVOLTAICO

O Sol libera energia radiante que pode ser aproveitada na Terra, diretamente sob a forma de luz e calor.
A energia solar pode ser convertida em energia elétrica por células fotovoltaicas. O efeito fotovoltaico, transforma a radiação solar em eletricidade, quando há exposição da radiação eletromagnética em um material semicondutor dopado, geralmente silício.

“Início das Aplicações fotovoltaicos
  
As primeiras aplicações da tecnologia ocorreram no final da década de 50 e início da década de 60 em aplicações espaciais e satélites. Posteriormente, surgiram aplicações no setor de telecomunicações na década de 70 e, finalmente, na década de 80 a energia solar fotovoltaica começa a se tornar interessante, devido ao decaimento do preço, para fornecer energia elétrica para usuários distantes da infraestrutura convencional de eletricidade (redes elétricas). Assim, na década de 90 os sistemas fotovoltaicos se consolidam como tecnologia economicamente viável para fornecer energia em sistemas isolados. 


O sistema fotovoltaico pode ser isolado (autônomo, com baterias) ou conectado à rede elétrica. Hoje em dia o mais usado é o conectado à rede, pois o isolado ou autônomo ainda não é economicamente viável, porque o sistema de armazenamento (baterias) ainda não atingiu a plenitude econômica, talvez com a entrada dos carros elétricos e novas tecnologias faça com que tenhamos um tempo maior de armazenamento, com menor espaço e custo mais barato.
Os sistemas conectados à rede podem ser divididos em sistemas de geração centralizada ou sistemas de geração distribuída. No primeiro caso, a oferta de energia é caracterizada por usinas de grande porte distantes dos centros de carga e, na geração distribuída à oferta se dá por meio de usinas de menor porte próximas aos centros de consumo.

No Brasil a legislação permitia a microgeração de energia por uma pessoa física, a qual era possível gerar energia para consumo próprio e vender apenas o excedente, entretanto a concessionária, embora tivesse a opção, não possuía nenhuma obrigação de comprar a energia gerada.
Após a Resolução Normativa nº 482/2012 da ANEEL, embora as concessionárias não sejam obrigadas a pagar um valor monetário pela energia excedente de geradores distribuídos, são gerados créditos de energia para que possam ser utilizados nos meses subsequentes pelos consumidores/geradores distribuídos. 

A Resolução Normativa nº 482, de abril de 2012, representa um grande avanço para a regulamentação da micro e minigeração de energia no país, e melhorou ainda mais após a Resolução Normativa nº 687, de novembro de 2015,

 “Art. 2º... III - sistema de compensação de energia elétrica: sistema no qual a energia ativa injetada por unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa;
VI – empreendimento com múltiplas unidades consumidoras: caracterizado pela utilização da energia elétrica de forma independente, no qual cada fração com uso individualizado constitua uma unidade consumidora e as instalações para atendimento das áreas de uso comum constituam uma unidade consumidora distinta, de responsabilidade do condomínio, da administração ou do proprietário do empreendimento, com microgeração ou minigeração distribuída, e desde que as unidades consumidoras estejam localizadas em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas, sendo vedada a utilização de vias públicas, de passagem aérea ou subterrânea e de propriedades de terceiros não integrantes do empreendimento;
 VII – geração compartilhada: caracterizada pela reunião de consumidores, dentro da mesma área de concessão ou permissão, por meio de consórcio ou cooperativa, composta por pessoa física ou jurídica, que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras nas quais a energia excedente será compensada;
VIII – autoconsumo remoto: caracterizado por unidades consumidoras de titularidade de uma mesma Pessoa Jurídica, incluídas matriz e filial, ou Pessoa Física que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras, dentro da mesma área de concessão ou permissão, nas quais a energia excedente será compensada.”

Dessa forma abriu espaço para condomínios, cooperativas energéticas, etc... com compensação de energia elétrica .

“Art. 6º Podem aderir ao sistema de compensação de energia elétrica os consumidores responsáveis por unidade consumidora:
 I – com microgeração ou minigeração distribuída;
II – integrante de empreendimento de múltiplas unidades consumidoras;
III – caracterizada como geração compartilhada;
IV – caracterizada como autoconsumo remoto.
§1º Para fins de compensação, a energia ativa injetada no sistema de distribuição pela unidade consumidora será cedida a título de empréstimo gratuito para a distribuidora, passando a unidade consumidora a ter um crédito em quantidade de energia ativa a ser consumida por um prazo de 60 (sessenta) meses.

XII - os créditos de energia ativa expiram em 60 (sessenta) meses após a data do faturamento e serão revertidos em prol da modicidade tarifária sem que o consumidor faça jus a qualquer forma de compensação após esse prazo;

Portanto o ideal é que seja bem balanceada a instalação, para evitar gasto de investimento sem retorno dos créditos, apesar de que o custo de investimento tenha um payback ao redor de 5 a 7 anos, dependendo da distribuidora.














Fontes:
- (INSTITUTO DE ENERGIA E AMBIENTE DA USP- Rennyo Nakabayashi, MSc)” 
-ANEEL - resolução 482/2012 e 687/2015
-Blue Sol
- google.com.br /br.123rf.com

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

SISTEMAS DE ENERGIA SOLAR

SISTEMAS DE ENERGIA SOLAR

EXISTEM DOIS SISTEMAS SOLARES EM USO , UM  DE AQUECIMENTO E UM  DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, À FOTOVOLTAICA.

SÃO SISTEMAS DIFERENTES ENTRE SI, A ÚNICA COISA SIMILAR ENTRE ELAS, É QUE SÃO GERADAS PELA LUZ DO SOL.

A DE AQUECIMENTO, APROVEITA A LUZ SOLAR PARA AQUECER A ÁGUA EM SERPENTINAS E ARMAZENÁ-LAS EM UM DEPÓSITO PARA SER USADA POSTERIORMENTE NO CHUVEIRO, TORNEIRAS, PISCINAS OU DA FORMA QUE MELHOR CONVIER AO USUÁRIO, SEM GASTAR ENERGIA ELÉTRICA OU GÁS PARA TAL.

JÁ A DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA FOTOVOLTAICA, USA A LUZ SOLAR PARA TRANSFORMÁ-LA EM ENERGIA ELÉTRICA E USÁ-LA NORMALMENTE NA SUA RESIDÊNCIA, COMÉRCIO, INDÚSTRIA, AGRICULTURA, OU EM QUALQUER LUGAR QUE USE ENERGIA ELÉTRICA.


1- PLACAS FOTOVOLTÁICAS
2- INVERSOR
3 - PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO
4- APARELHOS ELÉTRICOS
5- RELÓGIO MEDIDOR BI-DIRECIONAL






POR QUE USAR ENERGIA SOLAR PARA GERAR ENERGIA ELÉTRICA?
POR SER MAIS BARATA (VOCÊ TEM ELA A SUA DISPOSIÇÃO), NÃO AGRIDE A NATUREZA E VOCÊ PASSA SER PRODUTOR DE SUA PRÓPRIA ENERGIA ELÉTRICA.

DÚVIDAS FREQUENTES E SEUS ESCLARECIMENTOS:

- O SISTEMA SOLAR FOTOVOLTÁICO EMITE ALGUM RUÍDO?

  •  NÃO. NÃO EXISTE NADA MECÂNICO OU MÓVEL NO SISTEMA. 
- POSSO TER MOTORES E BOMBAS DE ÁGUA CONECTADOS AO SISTEMA?
  • SIM. TUDO QUE VOCÊ USA NORMALMENTE COM ENERGIA ELÉTRICA EM SUA CASA, COMÉRCIO OU INDÚSTRIA, PODE SER USADO NO SISTEMA SOLAR FOTOVOLTÁICO.
- QUANTO PAGAREI DE ENERGIA ELÉTRICA Á DISTRIBUIDORA, TENDO O SISTEMA FOTOVOLTÁICO?
  • SE ESTIVER BEM BALANCEADO, PAGARÁ A CONTA MÍNIMA PARA TER A ENERGIA ELÉTRICA DA DISTRIBUIDORA, PAGANDO SOMENTE A TAXA DE DISPONIBILIZAÇÃO E OS IMPOSTOS GERADOS.
-A GERAÇÃO DE ENERGIA FOTOVOLTÁICA GERA IMPOSTOS?
  • NÃO. A GERAÇÃO EXCEDENTE TRANSFORMA-SE EM CRÉDITOS E ENERGÉTICOS, QUE SERÃO COMPENSADOS NAS CONTAS DE ENERGIA ELÉTRICA FUTURA, NÃO GERADO NENHUM IMPOSTO POR ESSA OPERAÇÃO. 
- SE VOCÊ GERAR MAIS DO QUE CONSUME, O QUE ACONTECE?
  • ESSE EXCEDENTE SERÁ INSERIDO NA REDE DA DISTRIBUIDORA E GERARÁ CRÉDITOS ENERGÉTICOS PARA VOCÊ JUNTO A DISTRIBUIDORA, QUE SERÁ DESCONTADA NAS PRÓXIMAS FATURAS. 
  • FICARÁ A SUA DISPOSIÇÃO POR CINCO ANOS. SE NÃO HOUVER CONSUMO NESSE PERÍODO PARA USÁ-LA, APÓS ESSE PERÍODO SERÁ EXTINTO ESSE CRÉDITO. POR ISSO DEVE SER BEM BALANCEADA, O QUE É ESTUDADO E OFERECIDO PELO VENDEDOR.





quinta-feira, 27 de julho de 2017

MONPRIS SOLAR

Estamos entrando para a era solar.
O maravilhoso astro Sol é a razão de nossa sobrevivência ,e, a humanidade agora busca fontes alternativas para melhorar ainda mais sua vida na Terra, usando suas energias para o dia a dia.
fonte google: celesc.com.br


(imagem fonte; google)


Transformando a energia solar em Aquecimento e Eletricidade, para serem usadas na sua casa, no seu carro , no seu avião, na sua vestimenta, no seu celular, no seu entretenimento, e por ai vai.
Cada dia que passa, criamos uma utilização dessa energia que é emanada pelo SOL e que é de graça.

sistema sem armazenamento- melhor custo beneficio
A Monpris esta sempre atenta as novidades e inicia uma atividade na energia solar na transformação de energia elétrica para sua casa, a energia elétrica fotovoltaica.
sistema com armazenamento (bateria)




Você já imaginou quanto irá gastar em 25 anos sem sistema e com sistema solar?
Não, então veja abaixo uma simulação que extraída do site da Blue Sol.


EM 25 ANOS PREVISÃO DE GASTO SEM SOLAR +- 472 MIL REAIS
                                                                   COM SOLAR +-  42 MIL REAIS,
                                             COM INVESTIMENTO DE +- 36 MIL REAIS,

NÃO VALE A PENA INVESTIR NA ENERGIA SOLAR?

   solarmonpris@gmail.com



quarta-feira, 3 de agosto de 2016

FIBRA DE CARBONO

Há mais de 3000 a.C., os egípcios já cultivavam o linho, para fazer fios e tecidos para suas vestimentas e proteção.
Essa pintura acima está gravada nas pirâmides. Informando o cultivo do linho, seu transporte, sua preparação e tecimento manual dos tecidos na perpendicular, hoje temos as máquinas que tecem na horizontal.

Já os chineses, dominavam o processo de fiar e tecer a seda desde 2700 a.C., e mantiveram essa técnica em segredo de estado por milhares de ano. Os chineses abasteceram a Europa com seda, através das famosas rotas da seda. Rotas comercias que ligavam o extremo oriente a Europa, vindo a Europa descobrir o processo de fabricação da seda por volta do ano 300 d.C.

Em 1821 d.C. , um francês descobriu o método de fabricar a seda artificial, que é a Viscose. Em 1935 d.C. Foi criado a primeira fibra têxtil química, o Nylon.

Dai para frente, tivemos uma série de descobertas de fibras têxteis, com a intenção de serem melhores que as fibras naturais e atenderem às necessidades do homem. Na década de 1960, o homem buscava a fabricação de uma fibra mais fina que o cabelo humano, pois sabia que quanto mais fino os filamentos das fibras, mais aumentava sua resistência, assim tentava-se obter mais filamentos por seção transversal em um fio. Foi uma luta incessante para descobrir como fiar um filamento mais fino que um mícron (milésima parte de um milímetro). Daí as microfibras, famosas nos anos sessenta, com as camisas "volta ao mundo".
Depois chegamos às fibras de alta tecnologia, mais finas, mais resistentes a tração, as altas temperaturas e principalmente mais leves que os metais.

Mas a barreira técnica de finura foi ultrapassada e hoje temos os nano filamentos, 1000 vezes mais finos do que um mícron.

RESISTÊNCIA DE MATERIAIS

É a capacidade do material resistir a uma força a ele aplicada, assim pôde-se quantificar a quantidade necessária para resistir a um esforço, sem desperdício de matéria prima.
Podemos ver no gráfico de resistência de alguns materiais acima, e, observa-se que a seda da aranha (fibra em processo de pesquisa industrial adiantada) é mais resistente que muitos metais. Nesse mesmo gráfico, veja que o mais resistente é o metal tungstênio , chegando a 1500 MPa (megapascal).
Nesse gráfico, podemos observar que o tungstênio que era o mais resistente no gráfico anterior, agora é o mais fraco nesse comparado com as fibras têxteis de alta tecnologia. A fibra de carbono chega a ser 4 vezes mais resistente do que o mais resistente dos metais, o tungstênio.

Nesse gráfico temos todos os materiais em comparação.
A seguir, comparação do material mais resistente do gráfico anterior, o carbono com as nanofibras.
O nanocarbono chega a ser 100 vezes mais resistente do que a fibra de carbono. Com isso já existe estudos e previsões pelos japoneses de que no ano 2050, os foguetes serão substituídos por elevadores de transporte de materiais, através de cabos de nanocarbono da terra para a estação orbital estacionária, o que irá reduzir os custos e facilitará as viagens interplanetária.

PESO ESPECÍFICO DOS MATERIAIS (g/cm³)

No gráfico a seguir, temos a comparação dos pesos específicos dos materiais. Nele vemos como os metais são muito mais pesados que os demais. O nanocarbono é o mais leves deles todos, dai o porque as pesquisas e busca de tê-las em produção industrial.
A fibra de carbono já é de domínio industrial desde a após segunda guerra mundial, o nanocarbono ainda é laboratorial, mas logo chegará ao domínio industrial, porém será um preço exorbitante, como era a fibra de carbono a uns anos atrás. Hoje a fibra de carbono ainda é cara, mas suportada comercialmente. As fibras de carbono são fabricadas de 1000 a 48000 filamentos ( 1 K até 48 K) pela empresa japonesa TohoTenax, que são denominadas de 1 K, 3 k , e assim por diante. As mais finas que 12 K ainda são de uso militar ou restrito e nós ainda não temos acesso a elas industrialmente ( pelo menos que eu conheça) devido à segurança de estado ( lembram-se da fibra de seda no início?) evitando assim que grupos terroristas ou países rivais, obtenham acesso a esses materiais, pois devido à sua resistência e peso, pode se fabricar mísseis, bombas, aviões e uma série de materiais bélicos.

Com a fibra de carbono se produz uma gama enorme de materiais, e como exemplo podemos citar: freios e discos de freios ( porque não produzem faíscas, não dilata e resiste a alta temperatura) de todos os jatos conhecidos, freios e discos de freios de carros de corrida e esportivos, aviões militares, helicóptero militar e comercial, materiais esportivos, bicicletas, barcos e iates comerciais, navios militares, mísseis, foguetes, e como exemplo especial, o avião elétrico sem uso de combustível, que fez a volta ao mundo ontem (26/07/2016)(foto inicial do avião)

TÊXTEIS CONVENCIONAIS, as necessidades de desempenho são menos exigentes, sendo mais importante o conforto e a aparência.

TÊXTEIS TÉCNICOS dependem de aplicações e desempenhos específicos, sendo normalmente utilizadas de fibras de elevado desempenho.

TIPOS CONSTRUÇÕES, ACABAMENTOS E DE FIBRAS DE ALTO DESEMPENHO NOS TECIDOS INDUSTRIAIS.

APLICAÇÕES DE TECIDOS TÉCNICOS

E as pesquisas continuam...

Fontes: wikipedia, TohoTenax.

Sergio Bayer - bacharel em economia e técnico têxtil. 27/07/2016

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Textil no século XXI

Quando a gente fala em indústria têxtil, o que vem a nossa mente? A gente se lembra de: linhas de costuras, tecidos, roupas de cama, vestimentas, moda, etc., ... , MAS hoje não é só isso que se limitam os têxteis. A indústria têxtil esta ligada ao nosso dia a dia de infinitas formas, quase tudo ao nosso redor podem estar os produtos têxteis, direta ou indiretamente. A indústria têxtil esta mais avançada e muitas das coisas que utilizamos, só é possível pelos avanços tecnológico desse setor. No passado ela deu um passo em tecnologia, no que diz respeito ao computador, sim, computador. Foi baseado no sistema do tear Jacquard, tear que tece o tecido, levantando um fio do urdume individualmente para tecer, através de réguas perfuradas. Ele foi inventado em 1804, por Joseph Marie Jacquard, dando inicio ao sistema de cartões perfurados com uma decisiva influência na computação. Mas isso é outra história, vamos agora ver na atualidade o que temos na indústria têxtil que utilizamos no nosso dia a dia, isso sim que será o nosso tema.

Para começar, o homem sempre vive em busca constante de melhoria para o seu conhecimento e melhores condições de vida, buscando sempre manufaturas de uma forma mais rentável, mais resistente, de melhor desempenho, a fim de alcançar seus anseios e necessidades. Para substituir a seda o homem inventou o raiom. Para substituir a lã, ele inventou o acrílico. Para as viagens aeroespaciais, ele inventou os tecidos que substituíram o ferro, o aço, o titânio, com materiais têxteis mais leves que os metais e muito mais resistentes fisicamente, inclusive às altas temperaturas. Não fosse esses materiais, talvez não tivéssemos ido a lua, não tivéssemos os foguetes, os mísseis, ...., sim , é isso mesmo, graças a evolução das descobertas desses materiais classificados como de alta tecnologia, que foram tecidos e tratados, para que conseguíssemos grandes avanços aeroespacial.

Que materiais são esses?

Eles são: o vidro (derivado de areias), o carbono (derivado do petróleo, da celulose e do piche), o aramida mais conhecido como Kevlar*(marca registrada da DuPont) (derivado do petróleo), a sílica (derivado de areia/ vidro purificado), basalto (derivado de rochas basálticas), alumina (derivado do alumínio), fibra cerâmica (derivado da sílica e alumina), polietileno de alto peso molecular (PE-UHMW) (derivado do petróleo), entre outros.

Além dessas, temos pesquisas de materiais de origem natural (seda da aranha) que já estão em produção de pequena escala industrial e em laboratórios, que irão revolucionar mais ainda o ramo têxtil, que alem dessas altas performances citadas, é uma fibra natural e não agride a natureza, o que o homem agora busca ativamente.

Outro passo gigante na evolução industrial têxtil são as nanofibras, dessas fibras já conhecidas e citadas acima, que estão em laboratórios, mas breve estarão em produção industrial, alavancando ainda mais a resistência, a elasticidade, a durabilidade e com menor peso molecular, isto é, infinitamente mais leves, que dará um mega passo na industria têxtil e nos avanços tecnológicos. Para se ter uma ideia, existe um projeto japonês em andamento com previsão de em 2050, que será a substituição dos foguetes atuais por elevadores, partindo da terra para a estação espacial orbital estacionária e vice versa, utilizando cabos de nanocarbono.
fonte:NASA

Energia Solar

  VAI INSTALAR SISTEMA FOTOVOLTAICO? CUIDADO com a ESCOLHA DOS EQUIPAMENTOS E DA EMPRESA QUE VAI INSTALAR. Tem diversas marcas e equipamento...